
Quando se pensa em Natal, para muitos, vem aquela lembrança de esperança, família reunida, para outros, tempo de confraternização, seja ela feita de uma forma sóbria ou não. O Natal é uma celebração, principalmente para os cristãos (ou ao menos deveria ser), aquele mito do menino deus que nasce nos corações. Pois bem, para mim que sou agnóstico, fica mais a lembrança do mito, e da figura de Jesus como uma figura marcante quando se fala de mitos. Ouvi uma vez de um amigo que o mito cristão e os bíblicos, na verdade, seriam um plágio dos mitos romanos ou gregos. Diversas mitologias vieram antes das cristãs ou bíbilicas, acho realmente o fato de ignorá-las e não pensar nelas como forma de reflexão como é frequentemente é feito com os mitos bíbiblicos.
Abraçando essa tese do meu amigo, penso em me dedicar mais ao estudo de outras mitologias, também por outra razão. Se eu tiver uma idéia diferente em relação ao mito de Pandora não há nenhuma religião que siga esses mitos como sendo sagrados, como acontece com a bíblia cristã.
Bom, já que comecei dizendo alguma coisa sobre o Natal vou dar prosseguimento. Natal, poxa, que árvore triste parece essa, se for vista com outro ponto de vista. No Natal, aqui no Brasil, se cunha aquele lema de Natal sem fome, e o resto do ano? Temos um outro problema depois desse, as Ongs. O Brasil é um país recordista de Ongs. Campeã em número de Ongs, entretanto, dizer que se elas funcionam é outra estória.
O Natal pode nos trazer várias formas de devaneios como esse que eu comecei e.... termino? Enfim, ao menos tenhamos boas festas e com menos acidentes nas estradas.



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